quinta-feira, 3 de julho de 2014
quinta-feira, 1 de maio de 2014
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Sou todo quem sabe Ca(c)os
incomensurável ferido perdido terreno sem medoqueimado Por uma flecha dos olhos
herrar é Humano hacertar hidem
me proclamam lastro ou o susto da maré
nada nado em seu pensamento
me afoito em teus voos secretos
me agarro à escuridão baixinha
antes de ti mil portas afogadas na vertigem
depois de ti a ti lembrança de na garganta dos museus
aranha da aurora és tu em ti acorrentado
dentro de outro esquecimento da lembrança
o colibri dos dentes diz que é hora dos moinhos
é hora de dizer de repente os moinhos
a instalação consciente do moinhos
mudar a direção
domingo, 2 de setembro de 2012
A TERRÍVEL MÚSICA MATERNA DAS MONTANHAS
Nada sou pensamento com cabeça logo de gata
Escuta perto do céu meu pensamento opala de fogoAir Supply dom-juanesco rompendo o hímen do céu
cabeça logo aos trinta e três anos e morte redonda
Infiltrada na terrível música materna das montanhas
tíquete-alimentação carmesim dependurado no arco-íris da velha debaixo da cama e Nada como pensamentos indispensáveis como: tubacelo, noigada, violorão e madrute
começam a surgir os primeiros deslizes no estricninho
na teia no boliche dentro da ferida envenenada
fornicando todas as coitadas da ex-zum-zum-zum
nem nhem-nhem-nhem chaves as conhecia tão bem
na hora das pílulas anti-horário
na cola de um cometa loucura
na sola de um anjo sorridente parado na porta da perversão
na mola de uma nebulosa do Amor
escondido sob uma Ponte também devorada
“favor não ejacular teu cimento sobre a Ponte
com a boca repleta de silêncio” dizia os olhos teus...
domingo, 18 de dezembro de 2011
UM POEMA DE EGELANE DAMASCENO
Expulso pela boca,
A boca cheia de rancor.
Alma esmorecida zarpava ao amanhecer.
Litros e litros de lembranças e lágrimas.
Afoguei meu coração em um tanque de óleo diesel.
Sou uma inoxidável criatura ruminante.
Egelane Damasceno
quinta-feira, 19 de maio de 2011
POEMA ZEN
Para Husman Nobre
Na entrada da casa há o além-mar
Sob o tremeluzir da lua o deixar-se ir
Onde se dorme cantam os espelhos
Logo o gato em negro veludo
Faz-se âncora
A noite se fixa no acaso
Devora alguns corações
Dá outra chance ao chegar
Telhas decolam...
Sonatas ao luar...
Entra o gato onírico
Só nos resta embarcar
Na entrada da casa há o além-mar
Sob o tremeluzir da lua o deixar-se ir
Onde se dorme cantam os espelhos
Logo o gato em negro veludo
Faz-se âncora
A noite se fixa no acaso
Devora alguns corações
Dá outra chance ao chegar
Telhas decolam...
Sonatas ao luar...
Entra o gato onírico
Só nos resta embarcar
sábado, 30 de abril de 2011
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